(...)
Desliguei o note e peguei o buquê. Procurei por um vaso e
enchi de água para colocar as flores, até que quando eu estava colocando, vejo
um papel no meio delas. Deixei o vaso em cima da minha mesinha e sentei na
cama. O papel falava: “Leti, eu sei que
vai parecer estranho porque isso tá mais que na cara, mas não é ‘oficial’
ainda, então, você quer namorar comigo? Eu te amo e prometo te fazer feliz, muito
feliz, minha pequena. Beijos e até hoje
a noite na festa.” E ao lado havia um coração. Eu não sabia se gritava, ou
se chorava, ou se sorria, eu não sabia o que fazer. Ele era perfeito, pelo
menos pra mim. Pensei em ligar pra ele, mas achei melhor falar pessoalmente e
logo depois dar um beijo naqueles seus lábios macios.
Já era 17:30 e Jordan tinha acabado de chegar. Resolvi
descer para recebê-lo. Logo que me viu, deixou a chave do carro em uma mesa que
tinha na sala de estar e veio me abraçar. Ele me abraçou todo carinhoso e deu
um beijo em minha cabeça.
-E aí, pronto pra festa?- ele riu.
-Mais do que pronta- eu disse não parando de sorrir, eu tava
muito feliz.
-Me diz o motivo desse sorriso todo aí.
-Adivinha.
-Justin?
-Uhum- sorri mais ainda.
-Que que ele fez agora hein?- ele riu.
-Vem- eu disse subindo as escadas e indo para meu quarto,
chegando lá, apontei pro buque e depois dei o papel para Jordan. Ele leu e
depois olhou pra mim sorrindo.
-Coisa do Justin mesmo- ele riu.- E você? Já respondeu?
-Não, não... vou deixar pra falar na festa mesmo.
-Hmmm... então, vou assistir TV, você quer ver comigo?
-Tá bom- sorri. Descemos e fomos pra sala. Quando paramos de
assistir eram 18h 30. Fui para meu
quarto, tomei um banho, coloquei minha roupa, fiz minha maquiagem, meu
penteado, coloquei meu iPhone e um gloss na bolsa e depois coloquei meu sapato.
Bati na porta de Jordan e ele estava colocando o sapato. Ia eu e Jordan com Justin. Quando descemos
já eram 20h. Nem se passaram 2 minutos e Justin chegou. Ele estava lindo, e
isso não era novidade pra ninguém. Deu a batida de sempre e eu fiquei parada sorrindo
esperando ele vir falar comigo. Quando ele me viu, abriu o sorriso mais lindo
do mundo, não querendo parecer clichê, mas aquilo era muito pra mim, lindo
lindo. Não consegui conter e sai correndo que nem uma retardada até seus
braços, pulando nos mesmos. Ele no começo até se assustou, mas depois retribuiu.
Eu comecei a cochichar em seu ouvido “é CLARO que eu aceito meu anjo, claro,
claro, claro, claro” dando vários selinhos. Ele sorria, e muito. Beijei
praticamente seu rosto inteiro de tão feliz que estava.
-Minha namorada. Tão bom te chamar assim, mas não é melhor
do que outra coisa.
-E o que seria?- perguntei sorrindo e olhando bem fundo em
seus olhos.
-De minha esposa- sério, quando ele disse isso, eu o beijei
com tanta felicidade dando todo meu amor.
-Te amo,e pode ter certeza que daqui alguns anos você vai me
chamar assim.
-Assim espero- ele disse abrindo a porta pra mim. Entrei e
depois ele entrou.
(...) Letícia OFF
Justin ON
Chegamos na festa, e sério, a Letícia vai me matar desse
jeito. Esse vestido realça suas curvas bem definidas, e eu não to conseguindo
resistir. Linda, a minha namorada. Encontramos com Caitlin e demos parabéns para
aniversariante. Depois, eu e Leti fomos para um lugar mais reservado.
-Você não sabe o quanto eu to feliz. Eu te amo muito- ela
dizia isso sorrindo.
-Pena que eu amo mais- nos beijamos. Não pude me conter, no
começo coloquei minha mão em sua nuca e depois fui descendo até chegar
praticamente em sua cintura, um pouco mais embaixo. É, você sabe aonde. Ela
sorriu.
-Safado é pouco pra você Jus- corei. Apesar de eu ser um
pouco desses tipos de garotos, não sabia se era a hora certa ou sei lá.- Jus,
seu bobo- ela riu.- Você é meu namorado, vergonha de mim é o que não precisa
ter- ela beijou minha bochecha e sorriu.
-Verdade- ri.
-Ei, vamos dançar?- assenti e fomos para a “pista de dança”.
Começou a tocar músicas mais agitadas e eu diria mais “quentes”. Nem parecia a
Leticia. Ela rebolava perto de mim que nem louca e dava beijos mais quentes. Me
deixava louco. Ficamos assim até umas
3h. Os pais da menina, infelizmente, pediram para parar e tivemos que ir
embora.
(...)
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